O nascente está nublado, relampeia no norte, acauã suspende o canto, caem as tanajuras, aparecem caranguejeiras e taiocas... Chove!
Finalmente começa o nosso inverno, a estação das chuvas, das águas, e também da esperança e felicidade. Os agricultores, cheios de fé e expectativa semeiam o fértil solo nordestino, com a perspectiva de um ano produtivo, sem o sobressalto das secas.
A paisagem da caatinga se transforma. Não existe nenhum lugar no mundo mais belo do que nosso sertão na ápoca das chuvas. Aquilo que parecia morto, seco, sem vigor, agora resplandece de vida, transbordando uma alegria que contagia a todos nós, sertanejos.


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