
Bem, decidi escrever aqui para dar uma atualizada no blog, que há muito tempo não era atualizado.
Na procura por assuntos, lembrei-me do Natal, data que se aproxima,e que merece uma reflexão de nossa parte.
Mas, afinal, o que é Natal? a resposta parece ser bem óbvia : o nascimento de Jesus Cristo, ora bolas! Mas será que o nosso Natal tem sido mesmo o nascimento de Jesus?
Hoje é inegável a mercadorização das festas Cristãs: Semana Santa vira tempo de comer ovos de chocolate e tomar vinho, quando na verdade deveria ser um tempo de reflexão e conversão, até mesmo de renúncia. Com o Natal é mais grave. Papai Noel, invenção da Coca Cola, ocupa o lugar de Jesus. A troca de presentes se torna mais importante do que a mensagem Cristã que o natal deve transmitir. A alienação é tamanhã que colocamos pinheiros em nossas casas: Ora, lá na terra santa não tem pinheiro, muito menos aqui... então o que ele significa? sei lá, pergunta pra Coca Cola!
Mesmo o sentimento Cristão da festa é deturpado: se enfeitam casas, estabelecimentos comerciais, Igrejas, com luminosos pisca-piscas, com guirlandas, bolas coloridas... parece mais uma decoração de boate gay! se prepara também uma suntuosa ceia, com direito ao tradicional peru e tudo mais que for chique e elegante.
Porém, esquecem-se que Jesus nasceu sem teto, numa manjedoura, em uma simplicidade e humildade enormes, sem luxo, nem burburinho.
Assim, que vivamos o verdadeiro espírito de natal: o espírito do amor, da humildade, da fraternidade, e que ponhamos Jesus, e não Papai Noel em nossos corações.









Finalmente começa o nosso inverno, a estação das chuvas, das águas, e também da esperança e felicidade. Os agricultores, cheios de fé e expectativa semeiam o fértil solo nordestino, com a perspectiva de um ano produtivo, sem o sobressalto das secas.
A paisagem da caatinga se transforma. Não existe nenhum lugar no mundo mais belo do que nosso sertão na ápoca das chuvas. Aquilo que parecia morto, seco, sem vigor, agora resplandece de vida, transbordando uma alegria que contagia a todos nós, sertanejos. 










